Como mencionei em outras ocasiões, a maioria dos
moradores eram jovens casados com filhos pequenos, que estavam iniciando
as suas vidas.
Os apartamentos eram o sonho de consumo destes jovens casais de classe média.
Mas uma boa parte dos moradores já eram casais com filhos adolescentes.
Garotas e rapazes com os hormônios a mil, ainda sem idade para dirigir e com pouca grana para um motel.
O prédio tinha tudo para satisfazer esta garotada.
Garagens mal iluminadas, jardins, saunas, salões, etc.
Os amassos aconteciam de dia e de noite.
Mas o suprassumo era o motel das estrelas, localizado no terraço de cada uma das torres, junto as caixas de água.
Explico: o local era fechado, mas não por chave, por exigência do Corpo de Bombeiros.
O agravante era de que crianças eram vistas constantemente nos terraços que não tinham proteção adequada.
Completa privacidade. Só o céu e as estrelas.
A garotada transava por ali sem problemas.
Tinham um pacto com os colegas com horários predefinidos para maior comodidade.
Mas eram desleixados.
Camisinhas e calcinhas eram encontradas sempre.
Isto irritava o síndico que queria trancar a bendita porta com cadeados.
Ocorria um fato de maior gravidade.
Deixavam a porta totalmente aberta, que embora sem trancas, aguçava a curiosidade dos pirralhos menores de doze anos.
Por isto mesmo, o sindico ordenou que o zelador fizesse sempre uma inspeção nos terraços.
Numa destas, a luz do dia, o zelador fraguou um casalzinho na maior transação.
O que mais o surpreendeu foi que a garota, que estava de jeans, tirou apenas umas das pernas da calça.
Ela ficou sem graça e sem ação pela inusitada situação.
O garoto esbravejou e pediu ao homem que esperasse ele terminar.
Fim da historia: o síndico lacrou o lugar com cadeados, mesmo sem a autorização do Corpo de Bombeiros.
Mas a habilidade da garotada foi maior.
Passaram a pegar a chave com o zelador mediante a um pequeno suborno.
E a vida foi levando.
Os apartamentos eram o sonho de consumo destes jovens casais de classe média.
Mas uma boa parte dos moradores já eram casais com filhos adolescentes.
Garotas e rapazes com os hormônios a mil, ainda sem idade para dirigir e com pouca grana para um motel.
O prédio tinha tudo para satisfazer esta garotada.
Garagens mal iluminadas, jardins, saunas, salões, etc.
Os amassos aconteciam de dia e de noite.
Mas o suprassumo era o motel das estrelas, localizado no terraço de cada uma das torres, junto as caixas de água.
Explico: o local era fechado, mas não por chave, por exigência do Corpo de Bombeiros.
O agravante era de que crianças eram vistas constantemente nos terraços que não tinham proteção adequada.
Completa privacidade. Só o céu e as estrelas.
A garotada transava por ali sem problemas.
Tinham um pacto com os colegas com horários predefinidos para maior comodidade.
Mas eram desleixados.
Camisinhas e calcinhas eram encontradas sempre.
Isto irritava o síndico que queria trancar a bendita porta com cadeados.
Ocorria um fato de maior gravidade.
Deixavam a porta totalmente aberta, que embora sem trancas, aguçava a curiosidade dos pirralhos menores de doze anos.
Por isto mesmo, o sindico ordenou que o zelador fizesse sempre uma inspeção nos terraços.
Numa destas, a luz do dia, o zelador fraguou um casalzinho na maior transação.
O que mais o surpreendeu foi que a garota, que estava de jeans, tirou apenas umas das pernas da calça.
Ela ficou sem graça e sem ação pela inusitada situação.
O garoto esbravejou e pediu ao homem que esperasse ele terminar.
Fim da historia: o síndico lacrou o lugar com cadeados, mesmo sem a autorização do Corpo de Bombeiros.
Mas a habilidade da garotada foi maior.
Passaram a pegar a chave com o zelador mediante a um pequeno suborno.
E a vida foi levando.






